Qualidade De Vida Na Maturidade
Atividades físicas na gestação
Comece A Fazer Sua Poupança-Saúde E Viva Feliz!
Especialista Dá Dicas Sobre Os Cuidados Para Gestantes Na Hora De Viajar
Depressão pós-parto é mais comum do que se imagina
Licença-maternidade e a saúde da família


Qualidade De Vida Na Maturidade
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O tratamento de TRH (Terapia de Reposição Hormonal) está cada vez mais eficiente. Antigamente, o mito era que a menopausa era o fim da vida saudável e ativa da mulher. Hoje, sabe-se que esse é apenas um estágio dos cuidados femininos, encarado com absoluta tranqüilidade e uma excelente oportunidade de fazer mais coisas, com mais tempo e com maior qualidade.
Do ponto de vista clínico, as mulheres na maturidade têm um leque de opções de tratamento contra os efeitos da menopausa, que proporciona qualidade de vida e ausência de sintomas incômodos, como os fogachos.
Vamos imaginar uma mulher que tem 50 anos, e que ficou menopausada aos 44 anos. O corpo ficou mais arredondado, está mais difícil de perder peso, os calores aumentaram à noite e ela esquece de tomar o remédio da TRH. Nessa fase, ela trocar o tratamento de TRH com implantes, que liberam a dosagem diária do hormônio. Isso melhorará o humor, a pele e o cabelo ficam mais bonitos e os fogachos desaparecem. Essa é a alteração que a TRH provoca na mulher menopausada: uma qualidade de vida que permite desempenhar qualquer atividade acadêmica, de trabalho ou lazer.
O implante também pode ajudar a prevenir a osteoporose, melhorar a atenção e memória, tratar a depressão e melhorar a vida sexual.
É importante conversar e confirmar no seu médico na optar pelo tipo de Terapia de Reposição Hormonal.


Atividades físicas na gestação
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As gestantes do século XXI trabalham, pegam transporte público ou ficam presas no trânsito, têm atividades acadêmicas, profissionais, domésticas: enfim não fazem o repouso necessário. A maioria, para cuidar do peso e do corpo, faz esporte com freqüência!
É importante manter – ou começar - a atividade física durante a gravidez, mas com moderação e cuidados. Os exercícios podem ajudar no sistema cardio-respiratório e toda musculatura da gestante, ainda permite o controle de peso, ganhar maior resistência respiratória e obter autocontrole em situação de stress, que é o parto... Para o bebê, a saúde da mãe é essencial para o pleno desenvolvimento e capacidade de respiração para o parto.
Nos primeiros três meses fica vetado fazer exercícios físicos de alto impacto (correr, step, spinning), praticar esportes como lutas marciais. Depois dos três primeiros meses, caminhadas diárias são indicadas. É essencial a orientação de uma nutricionista para manter uma dieta balanceada e adequada para toda gravidez.
Se a gestante já praticava alguma atividades físicas anteriormente, pode continuar fazendo, mas as que não tinham essa rotina não devem começar justo agora que engravidou. Somente caminhadas são recomendadas para as sedentárias.
Quem freqüenta academia não deve fazer exercícios de step ou carga, nem esportes como andar a cavalo nos três primeiros meses. Andar sempre é boa opção.
A gestante que mantém um personal trainer, deve seguir as orientações do profissional. Se treina numa academia, peça ajuda do professor para não exceder nos exercícios com peso e agachamentos. As atividades mais indicadas são: caminhada, ioga e relaxamento.
Atenção: a atividade física na gestação é contra-indicada somente em ameaça de aborto ou risco de parto prematuro. Também deve-se ter cautela em gestação de risco com o multiparidade (gêmeos). Siga – rigorosamente – as orientações do seu médico.


Comece A Fazer Sua Poupança-Saúde E Viva Feliz! | voltar |

Talvez você se pergunte: o que posso fazer para manter minha saúde mesmo desconhecendo qualquer informação sobre medicina? Eu te respondo, sem conhecê-la que, em qualquer idade, estilo de vida ou padrão social, você poderá fazer muito hoje e também para o futuro da sua saúde.
Como administradores da nossa vida profissional e financeira temos um planejamento, bem cedo, alguns desde a escola, para os relacionamentos, a formação acadêmica e planejamento de ganhos, mas não sobre a saúde na velhice. Então, vamos fazer o mesmo projeto para nossa saúde?
Na adolescência, surgem muitas dúvida e a maioria das adolescentes acreditam que só elas passam por essas transformações. É importante que ao ir ao médico, ela diga claramente os problemas, que às vezes são poucos evidentes.
Como por exemplo: “os meus seios doem, estão aparecendo riscos vermelhos como raios ao redor do mamilo (estrias recentes), meu rosto está cheio de acne, tenho pêlos grossos, cólicas fortes, dor de cabeça na pré-menstruação, estou mal-humorada pelo menos dez dias ao mês. Doutora, perder a virgindade dói muito? Posso usar absorvente interno? se tomar pílula engordo ou aumenta vasinhos na perna? minha calcinha é manchada tenho que lavar no chuveiro para ninguém ver. Vou menstruar no passeio para Porto Seguro e fico uma semana menstruada, preciso tomar pílula muito tempo antes para não engravidar de cara? será que é normal os meninos passarem a mão em todo corpo?
Os problemas aparecem para serem solucionados, então se uma amiga tratou as cólicas, acne, TPM (tensão pré-menstrual), parou de menstruar (acredite dá para parar de menstruar), viajou tranquila com método anticoncepcional seguro (através de uso de implantes anticoncepcionais com duração de seis meses, um e três anos).
Não seria ótimo se o seu amadurecimento hormonal coincidisse com o seu amadurecimento físico e emocional? Faça acontecer! Você é dona do seu corpo. Queira para si só o que te agrada: seios bonitos, pele boa, bom humor, dias livres, autoridade sobre a maternidade.
Atenção meninas e mães de adolescentes: se ficar à deriva de decisões importantes sobre a sua saúde, outras doenças como: endometriose, miomas, DST e doenças inflamatórias pélvicas podem jogá-la nas historias familiares de dificuldade para engravidar, levar às cirurgias mutiladoras, tratamentos exaustivos para dores pélvicas que não se resolvem e ter dores nas relações sexuais. E não será difícil voltar ao tempo e ouvir que você "puxou" a tia avó.
Estamos na época do internet, nosso estilo de vida é outro e para tudo tem que haver adaptação.
Como na área financeira, o planejamento da saúde tem que começar bem cedo. É desde adolescente que você fará sua saúde poupança para o futuro.


Especialista dá dicas sobre os cuidados para Gestantes na hora de viajar
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É um mito dizer que as grávidas não podem viajar.
Se a gravidez não for de risco, não há nenhum problema em realizar qualquer tipo de viagem de carro ou de avião, só deve ter um cuidado especial em percursos muito longos.
Nas viagens feitas de carro é importante a mulher utilizar o cinto de segurança, basta ser ajustado de forma mais cômoda. Para aquelas que desejam realizar o passeio de avião, a viagem é indicada até o sétimo mês.
Quando a viagem for para longe de casa, é sempre válido levar todos os exames. Assim, se houver algum imprevisto, a gestante pode procurar um médico da região em que está munida de todos os documentos necessários para realização de algum procedimento de emergência.


Depressão pós-parto é mais comum do que se imagina
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Você acaba de ter seu tão esperado bebê. Estava ansiosa, preparou tudo: fez o curso de gestante, aprontou as lembrancinhas, o quarto ficou bem decorado, o chá de bebê com amigas e familiares foi um sucesso, separou a roupinha para sair da maternidade, os conjuntos de mamadeiras e puericultura.
Está cansada, o bebê vem mamar a primeira vez. Caiu a ficha? Agora o bebê chora, é de carne e osso (era mais fácil na aula de gestante com a boneca, né?) e você sabe que agora é por sua conta!
A maioria das mulheres depois de uma ou duas semanas em casa com o bebê começa a se sentir irritada, chorosa, cansada. Toda mulher no pós-parto tem uma alteração hormonal e desequilíbrio emocional que tende mais a uma fase depressiva. É comum, a mulher chorar compulsivamente, em vários momentos do dia, sem motivo. Implica-se, também, o medo do desconhecido: será que sou capaz de ser uma boa mãe? Vou ser capaz?
Fique tranquila, isso passa!
A mulher precisa de muita atenção e carinho por parte do companheiro, dos pais e ajuda para cuidar o bebê, principalmente se aparecerem os sintomas de depressão pós parto. A mudança do corpo com aparecimento de estrias e barriga mole pode traumatizante para qualquer mulher, mas tudo se ajusta e o corpo voltará a ser como antes.
É muito freqüente que essa mulher deixe de se alimentar bem, fique irritada além da conta quando a criança chora e algumas – que já tinham alguma disfunção emocional – podem até cometer alguma ação de descontrole como bater o bebê.
O médico deve ser avisado de qualquer alteração de humor mais severa. Por conta da amamentação, a mulher não pode tomar qualquer tipo de medicamento. É necessário ter cuidado, paciência e uma boa dose de compreensão.
A mulher com depressão pós parto deve ter uma alimentação bem balanceada, que a nutricionista deve ter passado para o período de 40 dias após o nascimento do bebê, aproveitar para descansar e fazer atividades prazerosas, iniciar atividade física de baixo impacto, como as caminhadas. Namorar o companheiro, com jantares e pequenos gestos que dêem prazer e alegria ao casal. Sem exageros, tudo é permitido.
O importante é estar plena e feliz nesse momento tão especial. Curtir o bebê, cuidar de si, ter atenção ao cuidado e a dependência que a fêmea tem com sua cria. É assim com todas no mundo animal. Sinta prazer e se emocione a cada momento com a evolução do seu nenê. Logo, logo, a mulher volta ao trabalho e essa fase passa rápido.
Depressão pós parto tem cura, passa logo e pode ser atenuada com acompanhamento médico e muito amor...


Licença-maternidade e a saúde da família | voltar |

A Câmara dos Deputados aprovou recentemente o projeto que aumenta de quatro para seis meses a licença-maternidade. A decisão ainda depende da aceitação das empresas, ou seja, é facultativa, mas já representa um importante avanço para a saúde da mulher e para o desenvolvimento adequado do bebê.
Durante os nove meses de gestação, desde o dia em que descobre a gravidez, a mãe torce para que as semanas passem voando, tamanha é a vontade de ver pela primeira vez o bebê. Após o nascimento, a situação inverte: ela reza para que o relógio pare e, dessa forma, possa cuidar e ficar um pouco mais de tempo com o recém-nascido.
Já se sabe qual é a importância da presença materna para o crescimento da criança. São nos primeiros meses de vida que elas aprendem com mais velocidade e desenvolvem habilidades físicas e motoras. Além disso, o aleitamento materno exclusivo durante os primeiros seis meses de vida previne doenças e garante mais saúde para o bebe.
Para a mãe, esse contato faz milagres. Ela cria laços de afeto, carinho e de respeito com o novo membro da família. Aprende até a decifrar o significado dos choros. Se recupera física e psicologicamente da enxurrada hormonal da gestação e, após a licença, consegue voltar a desenvolver as atividades comuns, como as do trabalho, com mais tranqüilidade e confiança.
Com a decisão, o antigo dilema: "Acabou meu prazo. E agora? Coloco meu filho em uma creche ou deixo meu emprego para me dedicar à função de mãe?", que sempre vem à tona na hora de voltar à rotina e que dividia os sentimentos da mãe e de toda família, poderá ser deixado de lado. Os benefícios refletem também nas empresas que aderirem ao projeto. Isso porque poderão descontar as despesas extras do imposto de renda, garantem funcionários mais satisfeitos com o comprometimento dos gestores e mães confiantes e tranqüilas, que poderão se dedicar ao trabalho sem grilos.
O importante é aproveitar esse tempo para adaptar a sua rotina, organizar a vida, se recuperar do período de gestação e cuidar da saúde pós-parto. As empresas querem pessoas dispostas e comprometidas com o trabalho. E isso, nós mulheres, temos de sobra: cuidamos da carreira, do lar, dos filhos, do companheiro.